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EC() D() ()c()

O in(V)erno da palavra
é o in(F)erno da utopia,
é a contramão na vi()a
da vi(d)a
onde nada é só (V) e só (F)

e qualquer parêntese é tolo
pra falar do ()c()

[()] – me amputarei do nada
quando me ser como ec() do ()c()

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