entre carnavais
peles, dentes, goles
na complexidade do céu ou de uma
des-razão
muitos corpos na praça
atravessando perfis
e
uma história sobre si é somente o que se
tem
o que sobra aos montes é conversa,
ou poesia,
torpor humano,
beleza
como se todo discurso fosse uma parte
impossível de nós
a nossa parte horizonte,
não a que define,
a que liberta
e,
outra vez,
se
a vida não é imensa, o que haverá de ser?
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