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Brilho

sonhava mais aquele passarinho
mais até do que já ter sido
chegava-lhe alegria
de não já ter para já ser ido
sabido
indo
assobio das orquídeas
festas das pedras
que insistindo coloriam
convites feitos de vento
passarinhos amigos do pensamento
as calúnias inventadas por meninas carbono
iam despercebidas nos sorrisos deles
querendo-me dizer outro dono
não sabiam que as pedras
as orquídeas
os passarinhos
as alegrias
gozavam plenas e plenos em abandono
abandonadas pedras mortas
recolhidas as outras às camas
dava para viajar por ai
ser um vôo
sem saber se saber
nas pedras vivas
que lhe aqueciam os lares
suas moradas
as daqueles passarinhos conversantes das alegrias
ares vivos
habitavam meus deleites
amadas
sem terem que prestar contas como eu
voavam entre mentiras e verdades do humano falido

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