Versão para a web no fim da página para músicas e clipes

Versão para a web no fim da página para músicas e clipes

Poema da des-salvação

quantas pontas na tarde?
o calor era de ventania?
e o mercado, ia bem?

pareciam mais viajantes
outros de outros, estrangeiros de si
des-habitantes per si
quem sabe amantes, estrelas

dentro do mundo seu desajuízo
toneladas de desatino
velocidades

sopros de gente ou filhos de um sopro?
a dúvida salvara

liberdade miserável de: liberdade
ou uma outra concedida à flor: ser na cores
coceira de palavra, um grito na cirrus,
beijo da moça:
nada estava no jornal

onde habitava imagem, palavra era visita

e liberdade: des-salvar-se

Nenhum comentário:

Postar um comentário