imagem
nem agrada à imaginação
que se põe para fora da imagem
a imagem transposta agride e diz pintar coração
por isso
não
dentro daquelas imagens
de tarde
manifestar da velocidade e da violência
de cores
de cores?
de cores
disparavam convulsões calores e frios
no asfalto se aqueciam liberdades
junto do gás
gás que nem respirava
a vida agora sim
vista dentro fora por qualquer sentido de cor
cores com sentido
reaparecendo
nada deixaram e deixarão para trás
em devir sem dever
eram mais
errar
o pôr do sol é mais belo
o trânsito
o gás
a imaginação
a satisfação bem vinda acolhida nos braços morenos
a decisão de pegar trem da calçada, foi
para não esquecer de nada
pondo de lado o esquecido no vagão
não pra fora da janela, pois lá só a beleza
imaginando-me na chegada
pois
depois
da ponte
a vida como noutra ponte
aponte surgir
refeita a alegria serena da palavra
a poesia não pede licença
está de passagem sem precisar insistir que passa
aí é que mora o deleite do desconhecido
de um desconhecer-se
abertura que não prestava contas
ninguém poderia envenenar-lhe
a arte
agora puro espaço do pulo
paramor
que se põe para fora da imagem
a imagem transposta agride e diz pintar coração
por isso
não
dentro daquelas imagens
de tarde
manifestar da velocidade e da violência
de cores
de cores?
de cores
disparavam convulsões calores e frios
no asfalto se aqueciam liberdades
junto do gás
gás que nem respirava
a vida agora sim
vista dentro fora por qualquer sentido de cor
cores com sentido
reaparecendo
nada deixaram e deixarão para trás
em devir sem dever
eram mais
errar
o pôr do sol é mais belo
o trânsito
o gás
a imaginação
a satisfação bem vinda acolhida nos braços morenos
a decisão de pegar trem da calçada, foi
para não esquecer de nada
pondo de lado o esquecido no vagão
não pra fora da janela, pois lá só a beleza
imaginando-me na chegada
pois
depois
da ponte
a vida como noutra ponte
aponte surgir
refeita a alegria serena da palavra
a poesia não pede licença
está de passagem sem precisar insistir que passa
aí é que mora o deleite do desconhecido
de um desconhecer-se
abertura que não prestava contas
ninguém poderia envenenar-lhe
a arte
agora puro espaço do pulo
paramor
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