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Cisma de ciranda

E cismou com lua cheia
Saiu como se fosse cio de tempo
E rodou, rodou, rodou,
feito carrossel alado

Como se fosse mãe de pororocas e sertões,
de pantanais, bananais, chapadões

Estrela do interior e de piões

E depois, depois, depois,
passaram quatro luas,
quatro semanas nuas

E ela permaneceu:
estrela do que cantou,
poema que não se fez,
estrela do interior,

qualquer menina sem intenção na ciranda do mundo
no Arraial da Boa Fé

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