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Viagem do riso

entre mim e o quase silêncio do espaço
(do umbigo da nuvem-corpo)
uma janela do vôo 1896

permanente
pelo céu da imaginação ou do país
o riso que ouvi no saguão e que por tempos me inventou

o riso(único, uníssono e animador de ventos)
viajava me escutando pelo lado de fora

e eu boiando entre turbinas e tosses
apenas o escutava dentro de mim
sem tocá-lo pelo ouvido

notei:
para adormecer só sorrindo para o riso
e sorri – ele saberia do caminho

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