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Poema do vestido ou Vento no vestir

Não é a moça em tal vestido que é indecente

é o vento:
que despe a moça,
veste-se para ela,
namora-lhe em curvas de pele
no corpo do mundo

mesmo que decotes curvem-se aos sopros
ou desviem-lhe as correntes

não é moça que é indecente

é o vento;
sempre moço.

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