Contemplação ao silêncio de Andrômeda
e ao escuro do ir –
ao devir entrega-se a cura,
pois na doença ainda se é vivo
No silêncio ainda se é
humano-árvore-cidade-andrômeda-contemplação;
daqueles silêncios que se alimentam
as bocas dos amantes
ou
dos que apenas esgotaram-se de átomo;
pois se até tempo obra zumbido
por que não há de se gritar por aí:
delírio! (a anos-luz) ?!
e ao escuro do ir –
ao devir entrega-se a cura,
pois na doença ainda se é vivo
No silêncio ainda se é
humano-árvore-cidade-andrômeda-contemplação;
daqueles silêncios que se alimentam
as bocas dos amantes
ou
dos que apenas esgotaram-se de átomo;
pois se até tempo obra zumbido
por que não há de se gritar por aí:
delírio! (a anos-luz) ?!
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