Na proposta do sublime há um pedaço de caos(confusões
de memórias). Mas um dia se chegará num profundo des-lembrar; as pálpebras
estarão atentas, não a imaginação.
Esta, finalmente, poderá de tudo.
Ganhará céu e chão, decifrará o relógio da rosa, dirá: ”me encontro quando me esqueço – quando não sei me lembrar – quando me re-invento ao imaginar. Não me chamo imaginação, sou verbo a cada hora da vida”.
E daí, nem mais o sublime nem o caos serão elementos da natureza de ser humano; já se terá aprendido a im-permanência de ser humano e no corpo só caberá um rascunho – importará felicidade(e se ela não houver, há de se inventar uma até a última delicadeza do tempo se cansar)
Esta, finalmente, poderá de tudo.
Ganhará céu e chão, decifrará o relógio da rosa, dirá: ”me encontro quando me esqueço – quando não sei me lembrar – quando me re-invento ao imaginar. Não me chamo imaginação, sou verbo a cada hora da vida”.
E daí, nem mais o sublime nem o caos serão elementos da natureza de ser humano; já se terá aprendido a im-permanência de ser humano e no corpo só caberá um rascunho – importará felicidade(e se ela não houver, há de se inventar uma até a última delicadeza do tempo se cansar)
Nenhum comentário:
Postar um comentário