acalma-te
corpo
calando-me
o que desata o dia há de rompê-lo em sono
beleza e in-solidão que se viu:
dos mares
das chuvas
de todos aprendendo
agora é tontura(antes luz)
reclama-te corpo,
calando-me
há uma parte tua que não é minha
e que quer
e que desanda as horas
e que demanda agoras além dos olhos
que acontece:
corpo que não depende de mim – nem do meu
desequilibra, irrompe sentir,
corre sobre o meu(já rastejante)
fala-te!
pois enquanto me calo a palavra é tua
deste teu corpo sem corpo em corpo de mim
deste seu-ser teu
desta vertigem que aflige pele
desta pele que inventa fenômeno.
calando-me
o que desata o dia há de rompê-lo em sono
beleza e in-solidão que se viu:
dos mares
das chuvas
de todos aprendendo
agora é tontura(antes luz)
reclama-te corpo,
calando-me
há uma parte tua que não é minha
e que quer
e que desanda as horas
e que demanda agoras além dos olhos
que acontece:
corpo que não depende de mim – nem do meu
desequilibra, irrompe sentir,
corre sobre o meu(já rastejante)
fala-te!
pois enquanto me calo a palavra é tua
deste teu corpo sem corpo em corpo de mim
deste seu-ser teu
desta vertigem que aflige pele
desta pele que inventa fenômeno.
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