aquelas
pontes aos impossíveis
resolvi chamá-las: alegrias
que nem sequer aprendem a alegrarem-se
(são alegrias e pronto
bastando em si)
feitas dum alhear-se
in-explicar-se ao dia
da inexperiência com o incolor
de um enquanto para sempre
alegria foi ver aquele pássaro
à minha janela
quando eu lia Rimbaud
entre a insônia e o delírio
no meu corpo de manhã
ou talvez no do pássaro
tudo caberia:
rima óbv(ia), revolução
uma estrela ou um céu delas
alegria antes do riso – em pensamento
depois do dia
ou na rapidez das pálpebras
resolvi chamá-las: alegrias
que nem sequer aprendem a alegrarem-se
(são alegrias e pronto
bastando em si)
feitas dum alhear-se
in-explicar-se ao dia
da inexperiência com o incolor
de um enquanto para sempre
alegria foi ver aquele pássaro
à minha janela
quando eu lia Rimbaud
entre a insônia e o delírio
no meu corpo de manhã
ou talvez no do pássaro
tudo caberia:
rima óbv(ia), revolução
uma estrela ou um céu delas
alegria antes do riso – em pensamento
depois do dia
ou na rapidez das pálpebras
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