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Poema mortal

meu nome para fora das bocas de outrora!
imundas mundanas dos bueiros do mundo
melhor o meu silencio
melhor que cuspam as verdades
que antes deglutiam
mas não em mim

minha história correndo distante daquelas de outrora!
são outras até que enfim!
e novamente intento
que a mente não minta
enquanto o braço mira abraço e sentimento
transmutar em poesia

para que saiba que até sentir é demais
ao sol ou ao relento
que tudo o mais já é resto
e que o que resta é o que resiste em ser
que esse coração falante é mais leve que pesado
que só vida medirá o vão existente entre razão e afeto!

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