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Matinais

para onde vão os vãos dos minutos?
a manhã trans borda bordas de horizontes e pelos
[seus pelos; ora arredeios ora adormecidos;
logo era hora de se ir]
para onde vão os tempos e não tempos?
até a indiferença e a incúria que são sentimentos
até onde irão?
para onde vão as moléculas, as boiadas, os gozos?
(aqui registrada a minha anonima fé li cidade amanhecida)
[sonho: um devaneio de que estava entre o prumo e o rumo]
que o que seja emitido possa sempre retornar para o seu emissor!
e que as emissões sejam na justa medida do que não se mede
[pois vivemos na barbárie da banalidade do espanto;
a pergunta deveria ser: por que há algo e há nada? e não: "por que há algo ao invés de nada?"]

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