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Segundo

à janela
passarinho vem esperança
aqueles ventos também
em

outras coxas
deitam-se as vidas
as moças
aos mares

vem das cheganças
que leva-se
lavam-se
ancas

beijos tortos
às ventas
inventa-se
o que se pode

e o que não se ode
se silencia
ou estanca

do que se poda
é que nascem meninos
alados famintos
suas asas apenas
quereres
importa

às janelas
qualquer intenção de inverno
frio que é para todos
amansam os ires
bailam as iris
olhos à porta

osiris
salvando
bem vindas
aindas

pássaros e amores


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