seu horto torto
começando tinindo morto
morta é a praia
viva e sempre
é a vida
último é primeiro
presságio passarinho
hoje é domingo
qualquer hora é
pequeno ninho
tempo qual quer
vento és er
tais
ais
bens quereres
ventos revés
chovendo sois
é bem viver
é em través
é em quais quer
na palavra que há
ar o que não a
todas as dores em seus nomes
calores inomináveis
ou cores
a bailar
ando
vértebras na lua
veias na terra velha
corações ou melodias
há tanto no dia
que nem tanto sua sou
dela
suam peles eles elas
pois o que interessa é ser feliz
urram as pelejas
beijas
pois que se apressa
a baleia
arrendou-sea
carregou-sea
amor
pois que já não é pressa
um amar
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Amanhecer na praia
aquelas horas do amanhecer
que pairavam no mar
em horas da manhã para sempre
haverão de pingar
por entre aquelas horas
hora não há
nem vagas
nem vidas
entre elas só entres
ou sem ar
as horas
as vidas
as vagas
cintilantes pássaros
voadoras sem tempo
em espaços
naquelas horas
sobre o mar
o que não existe é passará
para nalgum lugar
amanhecer
passarada
ou passarinho
para aquelas horas do amanhecer
que pairavam no mar
todo tempo é seu tempo
sem lá
que pairavam no mar
em horas da manhã para sempre
haverão de pingar
por entre aquelas horas
hora não há
nem vagas
nem vidas
entre elas só entres
ou sem ar
as horas
as vidas
as vagas
cintilantes pássaros
voadoras sem tempo
em espaços
naquelas horas
sobre o mar
o que não existe é passará
para nalgum lugar
amanhecer
passarada
ou passarinho
para aquelas horas do amanhecer
que pairavam no mar
todo tempo é seu tempo
sem lá
Curtos
nas águas claras
nenhuma palavra
navegará
águas feito palavras
em vagar de ar
irão palavras
sem há ar
em infinitos afogadas
desastradas
desgraçadas
pro mar
ternuras e claros fundos
da alma
as funduras
dos raros
b a bá de amarguras
doutra vez
frutas futuras
fulguras na boca
já moram
amplidões de nuvens
suas possíveis estrelas
duas mãos em Marte
afloram
nenhuma palavra
navegará
águas feito palavras
em vagar de ar
irão palavras
sem há ar
em infinitos afogadas
desastradas
desgraçadas
pro mar
ternuras e claros fundos
da alma
as funduras
dos raros
b a bá de amarguras
doutra vez
frutas futuras
fulguras na boca
já moram
amplidões de nuvens
suas possíveis estrelas
duas mãos em Marte
afloram
Poema ao acaso
verão pelas peles
a des-invenção de uma cidade
do programa de rádio
de sentires
outra vez as leves
explosões de pensamento
de manhãs
às nuvens às águas
as vidas caminham dentro da minha
e das vidas há sa por
alegram-me óbvios e nadas em suas alegrias
outra vez pelos corpos passeando corpos
se ouviam ossos ou delírios
a plenitude de um lugar chamado estrela
submersa numa madrugada de outono
os dias abriam passagens
dentro dos dias
as noites cruas
mais vagarosas
ou nimbus ou ninhos
desenhos e sonhos
em varais
as paisagens viam paisagens
tudo como nada e nada como tudo
a invenção do tempo
e a permanência ao vento
a des-invenção de uma cidade
do programa de rádio
de sentires
outra vez as leves
explosões de pensamento
de manhãs
às nuvens às águas
as vidas caminham dentro da minha
e das vidas há sa por
alegram-me óbvios e nadas em suas alegrias
outra vez pelos corpos passeando corpos
se ouviam ossos ou delírios
a plenitude de um lugar chamado estrela
submersa numa madrugada de outono
os dias abriam passagens
dentro dos dias
as noites cruas
mais vagarosas
ou nimbus ou ninhos
desenhos e sonhos
em varais
as paisagens viam paisagens
tudo como nada e nada como tudo
a invenção do tempo
e a permanência ao vento
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