pela estepe de conchas os fios
aos mares
às cabeças
ao nada
o que eram cheganças agora eram outras
feito virações:
infinitas diferentes
a trilha do mato
o caminho de pedra
em sonho:
um circo boiava no horizonte
horizontes?
se não estão nas frontes
onde estão?
como frentes aladas
alísios nas mãos
pela história dos ventos inventavam humanos
seus ondes
sopro sem horizonte
aqui
em sentimento
ou num gozo
ao tempo
à vida
ao verbo
nos passeios de areia
Versão para a web no fim da página para músicas e clipes
Chuva de beber
hoje
ao invés da ode ao tempo que ninguém pode
é zumbido é gente
estampa estampido libido
través de raio
revés de nuvem
vento nublado ferrugem
é passageira é caminho
em cadas inteiros moinhos
gole
ao invés da ode ao tempo que ninguém bole
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