sem projetos objetos e mãos
os fazeres e os balões
o revés e a dor
trovadores de nada
a tristeza se acumula numa estrela
também mar sorridente
pulsa
um soneto que não presta
como amor
inventação da brincadeira
a beira e a bobagem
coragem
aqueles que agem
ao calarem mudez sólida
Versão para a web no fim da página para músicas e clipes
Paragens
quantos tigres em um olho
sem quando tantos os lagos
é e há vida
lados tontos de sua fronte amordaçada
quantas libertações pelas mil patas
de nuvens
em outros céus incontáveis transbordos
de peles e constelações
desvairadas luas eram como sal
em açúcar ou caça
fel ou vinhos
em tuas plantas
habitar é deixar
sem quando tantos os lagos
é e há vida
lados tontos de sua fronte amordaçada
quantas libertações pelas mil patas
de nuvens
em outros céus incontáveis transbordos
de peles e constelações
desvairadas luas eram como sal
em açúcar ou caça
fel ou vinhos
em tuas plantas
habitar é deixar
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